O que
ouvimos
de times que estão adotando I.A.


Adoção de I.A.
“Compramos as licenças para o time todo. Três meses depois, meia dúzia de pessoas usa de verdade.”
“Cada um aprendeu a usar do seu jeito. Não temos critério para saber o que é uso bom e o que é risco.”
“A ferramenta entrega rápido, e por isso ninguém mais revisa o que sai dela.”
Futuro do Trabalho
“Sei que metade das funções da minha área vai mudar. Não sei dizer quais, nem quando.”
“O time pergunta se vai ser substituído, e eu não tenho uma resposta honesta para dar.”
“Discutimos tendência em fórum, evento, relatório. Nada disso virou decisão aqui dentro.”
O
custo
de não resolver
Tecnologia não transforma organização. Pessoas, sim.
A distância entre ter a ferramenta e extrair valor dela é comportamento, e comportamento se desenvolve com prática.
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Defasagem que se acumula
Cada ciclo não aproveitado aumenta a distância até quem já aprendeu.

Licença que ninguém usa
Investimento em ferramenta sem mudança de comportamento.

Piloto que
não escala
Provas de conceito que se acumulam sem virar operação.

Os pilares
do eixo
de Tecnologia


Inteligência Artificial Aplicada
Traga o universo da Inteligência Artificial para a aplicabilidade e retorno de valor e investimento.
Principais temas:
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CAIOs
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Letramento
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Aplicabilidade por Modelo de AI por área de Negócio
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Cibersegurança e Governança
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Buying AI
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Arquitetos de Agentes
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Blueprinting AI Strategy: Transformation Roadmap
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Imersão em ecossistemas de IA: China e Canadá
Navegue pelas abas ao lado e saiba mais sobre os pilares e temas dos treinamentos deste núcleo.

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F.A.Q
Costuma ser exatamente o momento em que faz mais sentido. Uso espontâneo gera resultados desiguais: cada pessoa desenvolve o próprio método, ninguém sabe dizer o que é uso bom, e o ganho não se consolida. O trabalho aqui é transformar uso individual em fluência coletiva — com critério compartilhado sobre quando usar, quando desconfiar e como revisar.
Não. Ferramenta muda de nome a cada poucos meses; o que dura é o comportamento de saber o que delegar à máquina, como avaliar o que ela devolve e onde o julgamento humano continua indispensável. Usamos as ferramentas que a sua empresa já adotou como contexto de prática, não como conteúdo.
Não para os programas de IA aplicada, desenhados para áreas de negócio. Os temas de fronteira tecnológica — como computação quântica — são mais conceituais e voltados a quem precisa antecipar cenários, não a quem vai implementar. No discovery definimos o nível de profundidade a partir do time que vai participar.
Tratando o tema de frente, e não como efeito colateral. Negar o receio custa a confiança do grupo logo na primeira hora. Trabalhamos o que muda de fato em cada função, o que passa a ser exigido das pessoas e onde está o valor que a automação não cobre — é uma conversa de redesenho de trabalho, que é justamente um dos temas do pilar de Fronteira Tecnológica.
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Formular bem
é o primeiro passo
Vamos desenhar o programa certo para o desafio tecnológico que vocês têm agora.




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